Alcatel-Lucent Enterprise cria rede para mobilidade e IoT (Internet das coisas)

Tecnologia oferece a segurança e recursos corretos para garantir o funcionamento com sucesso de aplicações e dos respectivos sensores e dispositivos.

IoTA Alcatel-Lucent Enterprise apresenta novos produtos de infraestrutura de rede para suportar duas das maiores tendências que orientam o futuro da empresa digital: Mobilidade e Internet das Coisas (IoT). Os novos produtos serão apresentados durante o Interop de Las Vegas, entre 02 e 06 de maio de 2016, no centro de convenções Mandalay Bay.

A crescente adoção de mobilidade corporativa e de IoT gera a necessidade de as empresas reconsiderarem o desempenho, a confiabilidade e a segurança da sua infraestrutura de rede. A atual infraestrutura de rede não suporta a demanda da carga gerada por funcionários que usam cada vez mais dispositivos móveis e aplicações no ambiente de trabalho, além da adoção de IoT em diversas áreas da companhia.

Segundo o relatório do Gartner (“Líderes em Infraestrutura e Operações: Prepare-se para a adoção veloz do IoT”, 1º de março de 2016), os dispositivos que acessam IoT atingirão 20,8 bilhões de unidades em 2020, ante ao total de 5 bilhões de unidades de hoje. Essa combinação de mobilidade com IoT exige que as redes sejam capazes de prover alta resiliência, mais se gurança e maior cobertura sem fio, além de melhor desempenho e a capacidade de conter o tráfego IoT.

Os novos produtos da Alcatel-Lucent Enterprise suportam tanto a mobilidade quanto a IoT, ao mesmo tempo em que são capazes de alavancar as tecnologias Alcatel-Lucent Enterprise com histórico de sucesso reconhecido no mercado como Unified Access, Smart Analytics e a premiada Intelligent Fabric. Entre os novos produtos estão:

Três versões de acces point Wi-Fi Wave 2 que suportam tanto o crescimento na densidade de dispositivos móveis quanto a necessidade de um processamento de dados mais rápido;

Um novo switch de acesso multi-Gig stackable LAN, o Alcatel-Lucent OmniSwitch 6860E-P24Z8, que oferece portas 2,5 G, alto desempenho de Power over Ethernet (75W) e recursos de DPI (Deep Pack Inspection) para suportar o aumento de tráfego dos novos pontos de acesso, além de fornecer contenção do tráfego oriundo de unidades IoT;

Um switch de acesso industrial, compacto e reforçado, Gigabit Ethernet LAN, o Alcatel-Lucent OmniSwitch 6865, capaz de suportar a crescente demanda por conectividade de dispositivos IoT em ambientes hostis. Alguns exemplos incluem os sistemas de transporte e controle de tráfego, setor de geração e distribuição de energia, além do chão de fábrica. Esses ambientes, assim como qualquer instalação externa, pedem, em geral, que os dispositivos sejam capazes de trabalhar em condições extremas de ambiente, incluindo alta umidade, presença de poeira e grandes variações de temperatura;

Um novo e versátil chassis baseado em switch LAN, o Alcatel-Lucent OmniSwitch 9900, desenvolvido para atender as necessidades do crescimento de tráfego da rede, ao mesmo tempo em que tem alto desempenho e confiabilidade desde a borda até o core da rede.

Segundo Stephane Robineau, vice-presidente executivo e gerente-geral da unidade de negócios de rede da ALE, “as duas maiores forças que moldam as empresas digitais do futuro – a mobilidade e a IoT – desafiam os departamentos de TI a pensar além dos funcionários, a incluir os clientes e os visitantes e a pensar como eles se relacionam com a empresa”. “Além disso, a TI precisa suportar a demanda de outros departamentos por mais conectividade para os seus dispositivos e aplicações IoT. A ferramenta de contenção de IoT da Alcatel-Lucent Enterprise auxilia a dar segurança e a simplificar as operações ao aproveitar a automatização da tecnologia Intelligent Fabric.”

 

Fonte: IPNEWS

Cuidado! Seu rosto pode revelar mais sobre sua vida do que você pensa

Com base em fotos, algoritmos de reconhecimento facial podem revelar seus perfis na rede social a qualquer estranho.tecnologia IA reconhecimento facial

Com uma câmera de smartphone não muito diferente da sua, um jovem fotógrafo usou o metrô de São Petesburgo, na Rússia, para um experimento. Nos traslados, aqueles a sua frente eram discretamente fotografados. Pessoas comuns que ele provavelmente nunca havia visto. As fotos eram jogadas imediatamente em um aplicativo novo, o FindFace. Em segundos, o app direcionava Egor Tsvetkov ao perfil de seu companheiro de viagem na VKontate, rede social que está para os russos como o Facebook para os brasileiros. Amante de pets, lutador de boxe, estudante. Pronto, a sua frente já não estava mais um mero desconhecido.

Tsvetkov fotografou na hora e teve 70% de sucesso na busca pelos perfis dos fotografados. “Descobri muito da vida deles sem ter qualquer contato. Eu me senti um pouco desconfortável”, admitiu à imprensa russa.

Apesar do desconforto, não há crime algum em “stalkear”. No Brasil, direito à intimidade, honra e imagem são constitucionais. Mas um software de busca por imagens não agride honra e privacidade. “A partir do momento em que compartilha em uma rede social, você está autorizando que as pessoas tenham acesso a sua foto. A simples busca não configura crime”, define Fernando Peres, advogado especialista em direito digital e crimes cibernéticos. “Existirá um problema jurídico se essas imagens e informações pessoais forem usadas de forma ilícita.”

Seu rosto é Big Data

O fotógrafo transformou seu experimento em uma exposição de nome autoexplicativo: “Seu Rosto é Big Data”. Um trabalho por si só polêmico, já que publicou as fotos sem consentimento dos fotografados. Poderia ser pior. “Este serviço poderia ter sido usado por um assassino serial ou um cobrador buscando maliciosamente alguém que está devendo”, ponderou o fotógrafo ao Global Voices, um site que trata de preocupações da era digital.

Quase simultaneamente ao experimento, usuários de um fórum russo fotografaram prostitutas e atrizes de filmes pornô e usaram o FindFace para localizar e divulgar seus perfis pessoais na rede social.

Obviamente, a lei se aplica a casos como estes em praticamente qualquer lugar do mundo. Mas, talvez, precaver-se seja cada vez mais urgente. “O que é preciso é entender a necessidade de compartilhamento consciente de informações e imagens na internet. Quando divulga perde controle sobre elas”, defende Peres.

“Nossa tecnologia é revolucionária e avanços como este sempre trazem efeitos positivos e negativos, dependendo de quem os usa”, defendeu a FindFace, no centro da polêmica. Curiosamente, o aplicativo foi criado para “promover a amizade”.

Fonte: Gazeta do Povo

Drone que segue dono para tirar selfies é um dos destaques do Festival SXSW

Drone (2)Evento já foi palco no passado de lançamentos ou divulgação de empresas até então pouco conhecidas como Twitter, Foursquare, Meerkat e Oculus Rift

Um drone que persegue seu dono para tirar fotos e filmá-lo em ação, uma câmera com oito lentes e um aplicativo para acabar com a fome no mundo estavam entre os finalistas de um prêmio de inovação do festival South by Southwest (SXSW), que acontece em Austin, no Texas.

Ainda que mais popular pelos shows, já que a cidade é considerada a capital mundial da música ao vivo, o evento reserva um grande espaço para tecnologias emergentes e já foi palco no passado de lançamentos ou divulgação de empresas até então pouco conhecidas como Twitter, Foursquare, Meerkat e Oculus Rift.

Neste ano, na premiação para o SXSW Interactive Innovation Awards, as novidades incluem a câmera de 360 graus OZO, da Nokia, a primeira profissional a chegar ao mercado para realidade virtual, uma das tendências mais onipresentes da indústria neste ano. A câmera tem formato de bola, com oito lentes acopladas e custa US$ 60 mil. As vendas começaram há dez dias.

Empresa promete celular com tela flexível para “enrolar” no pulso

Celular de pulso enrolávelCompanhia britânica quer popularizar tecnologia de displays maleáveis

A Mobile World Congress concentrou a atenção dos aficionados por celulares no fim de fevereiro e, a partir de agora, começa a contagem regressiva para que os modelos apresentados na feira – como os novos Galaxy S7, da Samsung, e o G5, da LG – cheguem às lojas. Correndo por fora, fabricantes menos badaladas também conseguiram despertar curiosidade, ou até certa estranheza.

Foi o caso da britânica FlexEnable, empresa especializada em desenvolver componentes eletrônicos flexíveis, como sensores e displays, para serem usados em equipamentos das mais diversas áreas, da medicina à indústria automotiva. A companhia apresentou seu protótipo de uma tela flexível que pode ser “enrolada” no pulso do usuário, mesclando os conceitos dos tradicionais smartphones com pulseiras inteligentes.